Quais os efeitos da pressão alta na saúde cardiovascular? 

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A hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, pode danificar silenciosamente seu corpo por anos antes que os sintomas se desenvolvam. 

A hipertensão descontrolada pode levar à incapacidade, má qualidade de vida ou até mesmo um infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) fatal.

E apesar de tão danosa ao nosso corpo, ainda é altíssimo o número de brasileiros que sofrem com esta condição. Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia apontam que 30% da população tem sua pressão arterial acima dos níveis normais.

O tratamento e as mudanças no estilo de vida podem ajudar a controlar sua pressão arterial para reduzir o risco de complicações com risco de vida.

No artigo abaixo, detalhamos as causas e consequências para a saúde cardiovascular da pressão alta. Vamos conferir?

O que causa a pressão alta (hipertensão arterial)?

Existem dois tipos de hipertensão arterial. A mais comum, chamada de hipertensão primária, não há causa identificável. 

Esse tipo de hipertensão tende a se desenvolver gradualmente ao longo de muitos anos, e pode estar até mesmo ligada ao processo natural de envelhecimento.

Além disso, o segundo tipo é a hipertensão secundária, causada por uma condição subjacente. Esse tipo de pressão alta tende a aparecer repentinamente e causar pressão arterial mais alta do que a hipertensão primária. 

Várias condições e medicamentos podem levar à hipertensão secundária, incluindo:

  • Apneia obstrutiva do sono
  • Doença renal
  • Tumores da glândula adrenal
  • Problemas de tireoide
  • Certos problemas congênitos nos vasos sanguíneos
  • Medicamentos, como pílulas anticoncepcionais, remédios para resfriado, descongestionantes, analgésicos e alguns medicamentos prescritos
  • Drogas ilegais, como cocaína e anfetaminas

Leia também::: O que é medicina integrativa e como se aplica à saúde cardiovascular?

Danos às suas artérias

Artérias saudáveis ​​são flexíveis, fortes e elásticas. Seu revestimento interno é liso para que o sangue flua livremente, suprindo órgãos e tecidos vitais com nutrientes e oxigênio.

A hipertensão aumenta gradualmente a pressão do sangue que flui pelas artérias. Como resultado, você pode ter:

Artérias danificadas e estreitadas

A hipertensão pode danificar as células do revestimento interno das artérias. Por exemplo, quando as gorduras da sua dieta entram na corrente sanguínea, elas podem se acumular nas artérias danificadas. Eventualmente, as paredes das artérias tornam-se menos elásticas, limitando o fluxo sanguíneo em todo o corpo.

Aneurisma

Com o tempo, a pressão constante do sangue que se move através de uma artéria enfraquecida pode fazer com que uma seção de sua parede aumente e forme uma protuberância (aneurisma). 

Um aneurisma pode potencialmente romper e causar sangramento interno com risco de vida. Os aneurismas podem se formar em qualquer artéria, mas são mais comuns na aorta — a maior artéria do seu corpo.

Dano ao seu coração

A hipertensão arterial pode causar muitos problemas para o coração, incluindo:

Doença arterial coronária

As artérias estreitadas e danificadas pela hipertensão têm problemas para fornecer sangue ao coração. Mas quando o sangue não pode fluir livremente para o coração, você pode ter dor no peito (angina), ritmos cardíacos irregulares (arritmias) ou um infarto.

Coração aumentado

A hipertensão arterial força o coração a trabalhar mais para bombear sangue para o resto do corpo. Isso faz com que parte do seu coração (ventrículo esquerdo) engrosse. Ou seja, um ventrículo esquerdo espessado aumenta o risco de infarto, insuficiência cardíaca e morte cardíaca súbita.

Insuficiência cardíaca

Com o tempo, a tensão no coração causada pela hipertensão pode fazer com que o músculo cardíaco enfraqueça e trabalhe com menos eficiência. Eventualmente, seu coração sobrecarregado começa a falhar. Os danos causados ​​por infartos aumentam esse problema.

Leia também::: Sintomas da má circulação que não devem ser ignorados

Diagnosticando a hipertensão arterial

Diagnosticar a hipertensão é tão simples quanto fazer uma leitura da pressão arterial. A maioria dos consultórios médicos verifica a pressão arterial como parte de uma consulta de rotina. 

Além disso, se sua pressão arterial estiver elevada, seu médico pode solicitar que você faça mais leituras ao longo de alguns dias ou semanas. Um diagnóstico de hipertensão raramente é dado após apenas uma leitura.

Seu médico precisa ver evidências de um problema sustentado. Isso porque seu ambiente pode contribuir para o aumento da pressão arterial, como o estresse que você pode sentir por estar no consultório médico. Além disso, os níveis de pressão arterial mudam ao longo do dia.

Mas se sua pressão arterial permanecer alta, seu médico provavelmente realizará mais testes para descartar condições subjacentes. Esses testes podem incluir:

  • triagem de colesterol e outros exames de sangue
  • teste da atividade elétrica do seu coração com um eletrocardiograma (ECG, às vezes chamado de ECG)
  • ultrassom do seu coração ou rins
  • Exame MAPA, para monitorar sua pressão arterial durante um período de 24 horas 

Esses testes podem ajudar seu médico a identificar quaisquer problemas secundários que causem sua hipertensão arterial. Eles também podem observar os efeitos que a pressão alta pode ter nos seus órgãos.

Ou seja, durante esse período, seu médico pode começar a tratar sua hipertensão. O tratamento precoce pode reduzir o risco de danos duradouros.

Faça exames regulares

Como forma de evitar a hipertensão arterial você deve adotar um estilo de vida mais saudável. Para isso dê sempre preferência a uma alimentação balanceada e com baixos níveis de sódio.

Mas também é importante praticar atividades físicas regulares, ter boas noites de sono e procurar evitar o estresse — que também pode contribuir para a elevação da sua pressão arterial.

E por fim, realize exames médicos regulares, como forma de avaliar sua condição cardiológica de modo geral. Ou seja, a detecção precoce da hipertensão arterial permite que ela possa ser tratada mais facilmente, em alguns casos apenas com mudanças no estilo de vida.

Portanto, esperamos que tenham compreendido os efeitos da pressão alta na saúde cardiovascular e, para mais dicas e informações, siga também nosso canal do Youtube!

O que pode causar a arritmia cardíaca?

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Uma arritmia cardíaca descreve um batimento cardíaco irregular. Com essa condição, o coração de uma pessoa pode bater muito rápido, muito devagar, muito cedo ou com um ritmo irregular.

Por exemplo, as arritmias ocorrem quando os sinais elétricos que coordenam os batimentos cardíacos não estão funcionando corretamente. Um batimento cardíaco irregular pode parecer um coração acelerado ou palpitante.

Muitas arritmias cardíacas são inofensivas. No entanto, se forem altamente irregulares ou resultarem de um coração fraco ou danificado, as arritmias podem causar sintomas e complicações graves e potencialmente fatais.

No artigo abaixo, explicamos o que é arritmia cardíaca, e o que as causam. Confira!

O que é arritmia cardíaca?

A saber, a arritmia cardíaca refere-se a um grupo de condições que fazem com que o coração bata de forma irregular, muito lenta ou muito rápida.

Existem várias categorias de arritmia, incluindo:

  • bradicardia ou batimento cardíaco lento
  • taquicardia ou batimentos cardíacos acelerados
  • batimento cardíaco irregular, também conhecido como vibração ou fibrilação
  • batimento cardíaco precoce ou uma contração prematura

Contudo, a maioria das arritmias não é grave e não causa complicações. Alguns, no entanto, podem aumentar o risco de acidente vascular cerebral ou parada cardíaca.

Leia também::: Saúde do coração: como é feito o diagnóstico do paciente?

O que causa a arritmia cardíaca?

Mas qualquer interrupção nos impulsos elétricos que estimulam as contrações cardíacas podem resultar em arritmia.

Além disso, vários fatores podem fazer com que o coração funcione incorretamente, incluindo:

  • abuso de álcool
  • diabetes
  • transtorno por uso de substâncias 
  • tomar muito café
  • doença cardíaca, como insuficiência cardíaca congestiva
  • hipertensão arterial (pressão alta)
  • hipertireoidismo, ou uma glândula tireoide hiperativa
  • estresse
  • cicatrizes do coração, muitas vezes devido a um infarto
  • fumar
  • certos suplementos dietéticos e de chás
  • alguns medicamentos
  • alterações estruturais no coração

Uma pessoa com boa saúde cardíaca dificilmente experimentará arritmia de longo prazo, a menos que tenha um gatilho externo, como um transtorno por uso de substâncias ou um choque elétrico.

No entanto, um problema cardíaco subjacente pode significar que os impulsos elétricos não viajam corretamente pelo coração. Isso aumenta o risco de arritmia.

Leia também::: Decifre as palpitações no peito

Sintomas e diagnóstico

A arritmia pode não causar sintomas perceptíveis. No entanto, um médico pode detectar uma arritmia cardíaca durante um exame de rotina ou após solicitar um eletrocardiograma (ECG).

Mesmo que uma pessoa perceba sintomas, isso não significa necessariamente que ele tenha uma arritmia grave.

Algumas pessoas com arritmias com risco de vida podem não apresentar sintomas, enquanto outras com sintomas podem não ter uma arritmia grave.

É por isso que o check-up cardiológico é algo fundamental. Ou seja, por meio dele é possível detectar precocemente a arritmia cardíaca e iniciar o tratamento mais apropriado evitando problemas graves futuros.

Aqui na Pro Rithmo somos especialistas em diagnósticos cardiológicos. Por isso, caso seu médico solicite exames para avaliar a saúde do seu coração, conte com a Pro Rithmo. Para agendar o seu, é só clicar no botão abaixo!

Anatomia do coração humano: uma viagem pelo sistema cardiovascular

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A cada dia, o coração humano médio bate cerca de 100.000 vezes, bombeando sangue rico em oxigênio para todas as partes do corpo. Para entender como essa máquina perfeita funciona, precisamos conhecer sobre a anatomia do coração.

Na verdade, o coração realiza mais trabalho físico do que qualquer outro órgão ao longo da vida.

Localizado entre os pulmões, no meio do tórax, o coração bombeia o sangue por meio de uma rede de artérias e veias conhecida como sistema cardiovascular. Ele empurra o sangue para os órgãos, tecidos e células do corpo.

O sangue fornece oxigênio e nutrientes permitindo que todas as células funcionem normalmente e remove o dióxido de carbono entre outros produtos residuais produzidos por essas células.

O sangue é transportado do coração para o resto do corpo por meio de uma complexa rede de artérias, arteríolas e capilares. Por fim, ele retorna ao coração por meio de veias. Estas artérias e veias funcionam como uma rede de saneamento e esgoto.

Partes do coração humano

O coração é composto por quatro câmaras: duas superiores conhecidas como átrio esquerdo e átrio direito e duas inferiores chamadas ventrículos esquerdo e direito.

Também é composto por quatro válvulas: a tricúspide, a pulmonar, a mitral e a aórtica.

O átrio direito recebe sangue com resíduos de todo o organismo por meio das maiores veias do corpo — veia cava superior e veia cava inferior — e o bombeia através da válvula tricúspide para o ventrículo direito.

O ventrículo direito bombeia o sangue através da válvula pulmonar para os pulmões, onde é oxigenado. E sai o dióxido de carbono com todos os resíduos do organismo e entra oxigênio, o combustível fundamental, inclusive para o próprio coração.

O átrio esquerdo recebe sangue oxigenado dos pulmões e o bombeia através da válvula mitral para o ventrículo esquerdo.

O ventrículo esquerdo bombeia sangue rico em oxigênio através da válvula aórtica para a aorta e todas as células de nosso corpo.

Os nutrientes chegam ao coração por intermédio das artérias coronárias que correm ao longo de todo o coração e fornecem sangue rico em oxigênio ao músculo cardíaco.

Uma teia de tecido nervoso também atravessa o coração, conduzindo os sinais complexos que governam a contração e o relaxamento. Uma membrana conhecida como pericárdio envolve o coração para a sua proteção.

A camada externa do pericárdio envolve as raízes dos principais vasos sanguíneos do coração e a camada interna está ligada ao músculo cardíaco.

O sistema de condução

Os impulsos elétricos do músculo cardíaco (miocárdio) fazem com que o coração se contraia e esta contração seja transmitida de maneira sincronizada. 

Esse sinal elétrico começa no nó sinoatrial, localizado na parte superior do átrio direito. O nó sinoatrial às vezes é chamado de “marca-passo natural” do coração. 

Um impulso elétrico desse marca-passo natural viaja pelas fibras musculares dos átrios e ventrículos, fazendo com que se contraiam de maneira sequencial de tal modo que quando os átrios se contraem, enchem os ventrículos de sangue e após, na contração dos ventrículos o sangue é bombeado para todo nosso corpo.

 A frequência de funcionamento do nó sinusal vai determinar a frequência cardíaca, a qual muitas vezes podemos sentir no pescoço ou palpando alguma das artérias maiores como no pescoço, punho ou na virilha.  Sua frequência cardíaca ainda pode mudar dependendo das demandas físicas, estresse ou fatores hormonais.

O sistema circulatório

O coração e o sistema circulatório constituem o seu sistema cardiovascular. O coração funciona como uma bomba que empurra o  sangue  para os órgãos, tecidos e células do corpo. 

O sangue fornece oxigênio e nutrientes a todas as células e remove o dióxido de carbono e os resíduos produzidos por essas células. 

Se todos os vasos desta rede em seu corpo fossem colocados ponta a ponta, eles se estenderiam por cerca de 96.500 quilômetros, o que é longe o suficiente para circundar a Terra mais de duas vezes!

Cuide do seu coração

Como fica claro na anatomia do coração, ele é mais que um órgão vital para nossa sobrevivência. É uma máquina perfeita que bombeia todo o sangue necessário para cada parte do nosso corpo, mantendo nossa saúde e vida.

E com tanta importância, é necessário cuidar do coração. A dieta balanceada, a prática de exercícios físicos regulares, e a realização de exames frequentes são indicações óbvias para garantir que tudo esteja funcionando corretamente.

No caso dos exames cardíacos, eles são essenciais para analisar o funcionamento do coração e detectar qualquer anomalia. E tão logo ela seja diagnosticada, o tratamento com um médico cardiologista poderá devolver a vitalidade a esse músculo.

Esperamos que o artigo sobre a anatomia do coração tenha lhe tirado inúmeras dúvidas sobre esse órgão. E caso precise de um exame para saber como está seu coração, entre em contato com a Pro Rithmo e agende o seu. É só clicar no botão abaixo.

Sintomas da má circulação que não devem ser ignorados

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Os sintomas da má circulação são amplos e variados. Podem afetar todo o organismo.  Alguns deles podem passar despercebidos, enquanto outros podem afetar a qualidade de vida

 

Além disso, os problemas circulatórios envolvendo as extremidades podem aumentar nos dias mais frios, quando nossos vasos sanguíneos costumam se contrair. 

 

Eles são uma das causas da vasoconstrição (diminuição da circulação de sangue, como forma de manter o corpo aquecido). Ou seja uma resposta natural do organismo, a qual pode ser aumentada por alguns remédios ou doenças da circulação de sangue.

 

Por isso, pessoas que moram em regiões mais frias, mais frequentemente sentem as mãos e pés frias no inverno. Mas, em caso de dúvidas, devem preocupar-se com a saúde vascular durante todo o ano.

 

Dessa forma, conhecer os sintomas da má circulação pode ser muito importante. Abaixo separamos os mais comuns e que você deve estar atento.

 

Sintomas de má circulação

Formigamento nas extremidades e dores ou dificuldades durante a realização de qualquer atividade física são os mais comuns sintomas da má circulação. Porém, os sintomas podem também não ser aparentes.

 

No entanto, sejam os sintomas óbvios ou não, a má circulação pode ser perigosa. A seguir estão os sintomas comuns de má circulação e que devem servir de indicativo para a pessoa procurar um médico:

 

1. Dormência e formigamento nas extremidades

Um dos sintomas mais comuns de má circulação é dormência e formigamento nas mãos e nos pés.

 

Quando algo está restringindo o fluxo de sangue e o sangue não chega às extremidades em quantidades suficientes, a pessoa também pode ter além de frio nas extremidades, mudança de cor,  sensação de alfinetes e agulhas

 

Leia também::: 7 passos para fortalecer a saúde do coração

 

2. Mãos e pés frios

A redução do fluxo sanguíneo faz com que as mãos e os pés sintam muito mais frio do que o resto do corpo.

 

Quando o sangue não consegue fluir em taxas saudáveis, isso pode levar a flutuações de temperatura na pele e nas terminações nervosas das mãos e dos pés.

 

3. Edema nas extremidades inferiores

A má circulação pode fazer com que o líquido se acumule em certas áreas do corpo. Isso é chamado de edema e geralmente ocorre nas pernas, tornozelos e pés.

 

Edema também pode ser um sinal de insuficiência cardíaca. Pode ocorrer quando o coração não consegue fazer circular um suprimento adequado de sangue por todo o corpo.

 

4. Disfunção cognitiva

A má circulação sanguínea pode afetar o funcionamento do cérebro, levando à perda de memória e dificuldade de concentração.

 

Estes e outros problemas cognitivos podem resultar de:

 

  • Redução no fluxo de sangue para o cérebro
  • Redução na quantidade de sangue bombeado por todo o corpo
  • Mudanças na pressão arterial

 

5. Fadiga, desmaios, dores nas extremidades

O fluxo sanguíneo deficiente nas artérias  pode afetar a quantidade de sangue que chega ao cérebro. Assim, o coração precisa bombear com mais força quando a circulação é ruim, o que pode levar a mais fadiga.

 

As seguintes áreas mais frequentemente podem ficar descoloridas:

 

  • Nariz
  • Lábios
  • Orelhas
  • Mamilos
  • Mãos
  • Pés

 

6. Dor nas articulações e cãibras musculares

A má circulação pode causar dores nas pernas, pés, braços e mãos. Mãos e pés frios podem doer ou latejar, especialmente quando começam a aquecer e o fluxo sanguíneo retorna.

 

A má circulação nas pernas e nos braços também pode causar dores nessas áreas, incluindo os músculos da panturrilha. Esse tipo de dor nas pernas costuma piorar quando você fica sentado ou em pé por longos períodos.

 

Além disso, quando o sangue não circula corretamente, o oxigênio e os nutrientes não chegam aos tecidos de maneira eficaz, o que pode resultar em rigidez e cãibras.

 

Leia também::: Como calcular a frequência cardíaca?

 

7. Úlceras (feridas) nas  pernas ou mãos que não cicatrizam

A má circulação pode afetar a capacidade de cicatrização do corpo, o que pode causar úlceras nas pernas e nos pés.

 

As úlceras também podem se desenvolver quando o sangue se acumula nas veias das pernas, o que causa inchaço sob a pele, dificultando sua cicatrização ou mesmo dificultando  o tratamento de  infecções. 

 

É sempre bom lembrar que doenças como o diabetes também podem causar estes problemas

 

8. Varizes

A má circulação faz com que as veias varicosas existentes se tornem visíveis. As veias varicosas são um dos caminhos que o sangue utiliza para o retorno do sangue das pernas para o coração. Quando elas são obstruídas podem dificultar o retorno do sangue ao coração. Elas também podem levar a sintomas, tais como:

 

  • Peso nas pernas
  • Dores nas pernas
  • Coceira
  • Inchaço

 

As veias varicosas são comuns entre as pessoas que ficam em pé regularmente por longos períodos.

 

As principais causas e tratamento

Diversos fatores podem causar a má circulação, entre eles estão a aterosclerose, a diabetes, coágulos sanguíneos, estar acima do peso, fenômeno de Raynaud, e tabagismo.

 

O tratamento irá variar de acordo com o diagnóstico feito pelo médico, que poderá incluir ainda alguns exames e testes para confirmar as causas da má circulação sanguínea.

 

As doenças que causam má circulação são mais fáceis de tratar quando um médico as detecta precocemente. 

 

Portanto, é importante estar atento aos sinais e procurar um profissional da área médica tão logo perceba os sintomas da má circulação descritos acima. 

 

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Sintomas de AVC que precisam ser levados a sério

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Quando uma pessoa está tendo um derrame, cada segundo conta. Por isso, conhecer os sintomas de AVC (Acidente Vascular Cerebral) pode ser a diferença entre a vida e a morte.

 

Um AVC é frequentemente descrito como um “derrame cerebral”. Parte do cérebro é privada do oxigênio e do suprimento de sangue de que precisa para funcionar, porque um vaso sanguíneo para uma parte do cérebro tem um coágulo (para de circular o sangue) ou se rompe.

 

Quanto mais tempo demorar para iniciar o tratamento)  mais danos cerebrais podem ocorrer.  Dessa forma, conhecer os sintomas de AVC podem contribuir para a busca pelo atendimento médico mais rapidamente.

 

Abaixo, separamos alguns sintomas que merecem atenção e devem ser levados a sério. Confira!

 

Os sintomas de AVC

Os sintomas de um AVC podem variar de paciente para paciente. Mas eles tendem a ter uma coisa em comum: eles iniciam de surpresa.

 

Em geral, os sintomas aparecem muito repentinamente. As pessoas ficam bem em um momento e, de repente, apresentam sintomas, como fraqueza, dormência, dificuldade para falar ou perda de visão. 

 

O AVC ocorre quando o fluxo sanguíneo para o cérebro é bloqueado ou um vaso sanguíneo no cérebro se rompe.

 

Sem sangue, as células cerebrais começam a morrer e as funções controladas por essa área do cérebro — como a fala ou o movimento muscular — são prejudicadas ou perdidas.

 

Os efeitos podem causar danos cerebrais permanentes e incapacidade, dependendo da gravidade do AVC e da rapidez com que o paciente consegue obter ajuda.

 

O paciente pode ter uma série de sintomas repentinos. Entre os que precisam ser levados à sério incluem:

 

Fraqueza 

Fraqueza ou dormência repentina nos braços, pernas ou rosto é um sinal típico de derrame, especialmente se for em apenas um lado do corpo. Se você sorri e se olha no espelho, pode notar que um lado do rosto fica caído. Se você tentar levantar os dois braços, poderá ter dificuldade em levantar um lado. Mas dependendo da gravidade, um AVC também pode levar à paralisia de um lado do corpo.

 

Confusão repentina

Um AVC pode causar confusão repentina. Por exemplo, se você estiver arrumando a casa,  digitando no computador ou conversando, poderá ter dificuldade para falar, pensar ou entender a fala repentinamente.

 

Mudanças na visão

Perda de visão ou dificuldade para enxergar em um ou ambos os olhos é outro dos sintomas de AVC. Você pode perder completamente a visão de repente ou ter visão turva ou dupla.

 

Perda de equilíbrio

Devido à fraqueza de um lado, você pode ter dificuldade para caminhar, perda de equilíbrio ou coordenação ou tontura.

 

Dor de cabeça intensa

Por exemplo, uma súbita dor de cabeça forte que não parece ser desencadeada por nada é outro sinal potencial de que você pode estar tendo um AVC. Muitas vezes, porém, os derrames são indolores, o que pode surpreender as pessoas.

 

Mas, isso não significa que você não está tendo um AVC. Se você está tendo sintomas descritos acima, precisa de cuidados médicos imediatamente. Para isso, acione o SAMU ou o serviço de emergência da sua cidade.

 

Sinais de alerta

Você também deve estar ciente de que os sinais de alerta podem durar apenas alguns minutos antes de desaparecerem. Esses breves episódios são ataques isquêmicos transitórios (AIT) ou “mini-derrames”. 

 

Eles ainda devem ser levados a sério, porque tendem a ser sinais de condições graves subjacentes.

 

Não é incomum que as pessoas que tiveram um AIT o ignorem porque não sabem o que foi. Mas as pessoas que têm sintomas de AIT estão definitivamente em maior risco de ter um AVC subsequente, e por isso precisam de avaliação.

 

Fatores de risco

Qualquer pessoa pode ter um AVC, mas algumas pessoas correm um risco maior. Por exemplo, saber que você tem um risco maior de derrame pode ajudar você, sua família e amigos a se preparar para o caso de você apresentar sintomas. Alguns desses fatores incluem:

 

  • história de acidente vascular cerebral ou infarto prévio
  • colesterol alto
  • pressão alta
  • doença cardíaca
  • diabetes
  • dieta não saudável
  • obesidade
  • uso de tabaco
  • sedentarismo
  • consumir muito álcool
  • história familiar
  • ter mais de 55 anos
  • as mulheres correm maior risco do que os homens

 

Alguns fatores de risco estão fora de seu controle, como sua idade e histórico familiar. Mas, a grande maioria podem ser modificados. Você pode  modificar ou até mesmo reduzir outros fatores de risco, porém, trabalhando com seu médico e fazendo mudanças no estilo de vida. 

 

Busque ajuda imediata

Como mencionado, caso perceba alguns sintomas de AVC, busque atendimento médico imediatamente.  Ligue para SAMU 191 e peça apoio de mais alguém. Esses minutos podem fazer toda a diferença a pessoa viver normalmente ou  ficar com algum tipo de dificuldade, como dificuldades de locomoção, fala ou até mesmo sua sobrevivência na sua condição de saúde.

 

Além disso, procure tratamento para quaisquer condições que possam aumentar o risco de acidente vascular cerebral. Ainda, adotar hábitos saudáveis, como praticar exercícios regularmente, reduzir a ingestão de álcool e manter uma dieta balanceada também pode ajudar a diminuir o risco.

 

Por isso, estar ciente dos fatores de risco e dos sintomas do AVC podem ajudar a melhorar sua perspectiva caso você tenha um acidente vascular cerebral. Espero que tenha gostado do artigo e, caso queira receber mais dicas e informações, nos siga nas redes sociais. Estamos no Facebook, Instagram e Youtube.